A Universidade Estadual de Campinas está montando um exército contra a COVID-19

Liderada por pesquisadores do Instituto de Biologia da Universidade, a Força Tarefa Uni-Contra-COVID19, visa estruturar a Universidade e sua comunidade para os momentos mais críticos dessa pandemia, prevista para as próximas semanas.
O movimento está criando diversas frentes de trabalho com a finalidade de abranger variados aspectos socioeconômicos oriundos dessa pandemia. São eles:

  • Diagnóstico: tem como objetivo padronizar os protocolos de análise, produzir controles e auxiliar na implantação de testes nos laboratórios de patologia do Hospital das Clínicas da Unicamp e de outros laboratórios de Campinas.
  • Pesquisa e Desenvolvimento: nesta frente de trabalho, o objetivo principal é utilizar toda a capacidade de pesquisa e inovação da Universidade para compreender a ação do vírus, do desenvolvimento da doença e da ação dos fármacos com potencial para reversão do quadro infeccioso.

Além disso, um grupo de pesquisadores em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) está desenvolvendo um teste rápido para a identificação do coronavírus. Este novo teste, funciona com biomarcadores e é capaz de trazer o resultado em 5 minutos, além do custo ser 50% mais em conta que os disponíveis no mercado atualmente.
De acordo com o Professor Rodrigo Ramos Catharino, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCM – Unicamp), a previsão é que o novo teste esteja disponível em meados de maio, pois falta a aprovação do Comitê de Ética para que possam ser realizados testes com humanos.

  • Divulgação: o intuito é levar a comunidade a informação, em tempo real, sobre os progressos científicos.
  • Captação de Recursos: visa garantir a sustentabilidade deste movimento e auxiliar na estruturação e capacidade de atendimento do Hospital das Clínicas da Unicamp e outros laboratórios de diagnósticos de Campinas para lidar com essa pandemia.
  • Articulação: atuará em conversas com representantes políticos, de instituições e sociedades para obter um engajamento conjunto, frente a esta iniciativa.
  • Ensaios clínicos: esta frente de trabalho, será liderada por pesquisados da Faculdade de Ciências Médicas (FCM – Unicamp) e irá coordenar os ensaios clínicos. Realizados nos pacientes internados e nos profissionais da saúde, para o diagnóstico da COVID-19.

No dia 1º de abril, foi divulgado no Diário Oficial do Estado de São Paulo que o Laboratório de Patologia Clínica (LPC) do Hospital das Clínicas da Unicamp está credenciado para realizar os testes de diagnóstico da COVID-19.
“Com isso, os testes realizados na Unicamp não precisarão passar por contraprova no Instituto Adolfo Lutz” explica o Professor Magnun Nueldo Nunes dos Santos, coordenador do laboratório.
Com essa medida, estima-se uma diminuição na fila de testes do Instituto Adolfo Lutz (IAL), que até 31 de março possuía uma fila de 14 mil testes aguardando o resultado.

  • Modelagem Epidemiológica: atuará no desenvolvimento de modelos com o objetivo de prever possíveis cenários e analisará os dados epidemiológicos com o intuito de auxiliar na compreensão dos impactos da COVID-19 para a sociedade.

Contudo, o propósito desta iniciativa é reunir uma equipe em Sinergia para que juntos possam combater o novo coronavírus e diminuir o impacto para a sociedade como um todo.
A Sinergia Científica por estar diretamente ligada a pesquisa, apoia a iniciativa e se coloca à disposição para oferecer suporte ao projeto.

Fontes: UOl, Unicamp (Força tarefa), Unicamp (Diagnóstico da Covid-19)G1

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